Eso que llaman agonía, dejar morir en el fuego, para qué sin que me lo escriba va a ocupar cuatro díaz que me lo diga, se va a las últimas rojas qué puedo confiar en el.., ...las últimas rojas serán siempre rojas pero adentro habrá otra cosa roja, en el mundo sereno a dejar aunque recuerdo, el gran relogio que desde o cuerpo por qué la vamos a hacer llorar antes de lo nada porque la verdad lo ha vaciado el mundo, pobre viejo, sin que me lo diga que no haya eso que llaman agonía, la verdad rojas verde o en su vestido com uvas em relevo e ponta de língua, pero que en el mundo vamos a hacer llorar un mundo viciado haciendo eco en el trabajo y se ocupe de quando escribo estas palabras aunque no te parece es lo único a pensar olvidar el dolor aparte. Basta hablarme.., y que me traigan un café quando lo pido mirando estas rojas verdes en terrible sentido en las últimas palabras, las últimas pastillas en que me queda un cuerpo de la verdad. En el trabajo es cierto que escribir me calma no que llaman agonía, que las mentiras de consultório coloreadas de amalgama como pastillas... por lo menos me dejaría comprender eso que llaman agonía, dejar a muerte en el momento siempre cierto a decir menos ha costado con la verdad, aunque parece un campo de rojas verdes desde esta errática memória elíptica. Escribir a saber me diverte imaginar por escrito este resto de fuerza con que puedo hablarle y devolverle eso que llaman agonía. Por escrito as cosas que solamente pensadas en una misma parten de ésas cosas que solamente imaginan sin hablar;,.. y devolverle el diário de imagens... le acepto ese beso un poquito húmedo que vielve una y otra vez aunque cada dia me canse más que me olviden y debo lastimarle la boca: eso que llaman agonía es mi mejor consuelo,.. Tiene el diário y se va a quedar todavia estas rojas volumétricas en su poema transparente o plástico. Palabras, palabras en palabras
21 junho 2010
Eso que llaman agonía
18 junho 2010
Café amargo
O café está passado às 10:09 am. Manhã que o parreiral iluminara à dentro breve os erres do orbe: o escritório aniquila as nuvens do céu na ignorância de sua cosmovisão e letragem. A caligrafia sendo errática, pego a luacheia pelos cabelos, domo uma pantera negra e seu abismo de prazer e corpo. O café em espera... dou de ferver à água numa espécie de chaleira de sons, seis colheres de café em pouco açúcar pra doer matinal. A marginália do pensamento dos homens na iluminura de uma vida, seu aterramento de sonhos, a operação fácil de sua contabilidade, isoladores de porcelana, além da montagem e nivelamento de uma estrutura ...enfim... o que a solidão mácula campeia indomada e nódoa atordoa o tórax de carne que inspira quando o gole desce com cafeína, sem a possibilidade de passar pelo coração.
15 junho 2010
Currículo transcendental,
'Chove dentro da alta fantasia'
Dante
Nada entendo de filmagens, só do filme da cabeça. Em compensação dirijo bem, sou do tempo dos motores ainda silvestres. Possuo conhecimentos esparsos, que nada servirão ao foco do único ponto. Para tomadas ao ar livre, conheço as lendárias previsões do tempo, o que me faz gostar dos carros (uma das minhas fixações extracurriculares). Participei da gravação de um dvd, e mesmo num making off de cd certa vez me vi, contudo se me lembro o além de lá era um traveling: trole usado por delirantes e iluminados cineastas. Observei na duração de um tempo.. depois montei em cima, fiz deslizar novo enquadramento. Trabalhei de motorista, desafiei cidades com poemas, estripei o calendário de playmates, dei meu corpo à selva dos motores carburados, fiz o trítono da canção sem tragédia, bebi a água de chuva sem virgula com fonemas plosivos, fui fichado em loja de grife, dei tapa na tela com a mão aberta cheia de aquarela porque era carinho. Tateio i-Movie, fotografo com celular, escuto dialetos do vento, uso Pro-Tools, GarageBand, viola caipira e uma sanfona de brinquedo aniquilava o barro vermelho pretérito. Levo sempre comigo um caderno mágico, colorido com tintaseca e desbotado do sal atlântico.
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