21 abril 2010

Thecno lover

Cravo olhos na rua, depois apago o texto em que vim pela praia. Dentro do capacete recende o Hugo Boss perdido. O ocaso do sol no pó ao pó é multinacional. Un cósmo noutralábia lá fim do mar: word que não aceita nova língua enquanto o retrô do Depeche Mode walking in my shoes. Ouvidos no phone de gozar uma vida que te rasga dentro, Mac no colo e calor avarandado enquanto a noite é de segunda. Sobre os telhados das casas jornaleco o nacional kid A não conhece Walt Whitman. Um alento nos livre do ludo reacionário nas garotas do baile funk. Longe perdido é meu corpo semitonando a te escutar, o bombo fofo dói firme, e venha chorar. Faço força e metonímia só Carménère tuas frases carmim de vinho, observo con esmero la unánime noche quanto cobre a praia noturna. À cidade ainda, nem houve o modernismo praticamente something about us em tua repiração Daft Punk. E teu véu fio de foz withothersounds que eu canto. O beijo fake da noite no fim um Celine nazista é politicamente.

16 abril 2010

Dicção moderna

Tarde (9 abril 2010) com trote de calouros. Não decifro esfinges. Eram antes, essas. E o não-enigma da arte é quase geral. E esses óculos na cara. 40 anos de pontos de vista, histórias, leituras da praia. Boca seca, a tarde sem educação é sexta-feita, dicção de uma modernidade acabada, nua, a musa que nunca mais voltou... olhos de mar e sal, gosto de palavras rosas; a sinopse da tarde não define uma fala. Você leitor, agora se enreda em meu novelo teu curso contemporâneo objetivo. Entrego para você esta tarde de cenário em sol semitonado numa descendência. Histórias sem exotismo na perda de luz e sombra lhe virão à mente desde a casa de minha infância, que agora também lhe dou. Sol encarpado e lento que lambe as copas molhadas das árvores, essas rebolam para o vento rouco. A beleza modernista da arquitetura ampla década de 70 eu lhe deixarei.

01 abril 2010

Vorticidade

o vórtice de cor na praia rasgada vem (sem) poesia, som que é pintura pré-feriado ou corpo em ritornelo a recitar o gozo das vogais, o sim vencido do sal espraiado igual palmada em bunda de moça. Sobre os hombros uma matemática finita, a estrutura-homem de um desdiálogo na escultura dos postes acende amadurecida e sem the end c’est ma vie etc,.. repraia amena. As palavras, como são difíceis essas. Escre/ver é fatal. Vai descendo um nublado anos 10 post-grand finale, geração de sons que o escuro irá constelar no firmamento, desejos do all I need crepuscular,.. teu jeans velho apart, carne jovem da tarde no breu bico de peito ou aquela jaqueta de todas as horas.

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