26 novembro 2004

Paredes Oníricas

Escrever é pensar nessas coisas, Nina... bem que seja você moça de poetas e homens de negócio,; o século passado verde evade; lancina o tempo flácido na cara deles. É pilheria, vendem pastiche e serpentina no cinema e antes descia na tua garganta o Confeti. .., você sabe que não tenho pontuação, só meu apartamento crescia mais dentro do teu corpo e inchado explodisse para sempre; hoje que tenho 40 anos entendo o que você disse

Lembro perfeitamente de você sambando no parque central da vila do Epaminon, areal do pé e rebolasse. Lembro que eu olhava sem saber como remexia bonita a tua bunda com tão poucos movimentos. Lembro perfeitamente. Memória disso é teu pensamento agora, Nina...; você lembrasse não esquece que tenho a paródia fotográfica. ... perfeitamente; ... de você me dizer estar eu mesmo no ponto quando feito fosse o que foi cerrado no corte e tivesse a idade. Esse menino

Eu sei, Nina,.. vasto e morto que estou depois que voltei do restaurante mexicano,;: tinha remodelagens nas paredes, perdidas entre novas frestas a uma e outra velhice mais novas que eu. Entrei e o garçom reconhecia meu sonho de outras eras menos plásticas, uma vez que estava agora servindo a todas as minhas mulheres. Você que sempre me viu chegar e partir rapidamente; da tua cozinha, teu cabelo encaracolagem ou megalópole; quintal perdido e o le temps retrouvé no bailadobundudo quando na vila do Epaminon

De noite, entrara quarto e teu desejo acima de penhascos e dores, do que era servil como o desejo de todas, tuas inimigas,; e sempre mesmo o que era isso de ser apenas minha língua analfabeta de teus outros amantes,; nem importasse qualquer acerto deles, .., mesmo o quanto os ensinei através de você,; sendo reflexo meu,;: eu que deixarei meu ensino aos que vierem vela Lua de perda e semblante depois de mim

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