Lancei no mar as fotografias da chuva, enquanto estudo frases, dicções. Seriados da tv à cabo. Volto o coração da tarde em corpo no intervalo pro café expresso, sendo ele coração-pedra-plástico.. esses cafés de cinema onde eu te meto medo em cartaz. Qual saga enseja a dos estudantes?, também eu finjo que chegarei no horário. Procurando o diário de Sylvia Plath, que não viria a ser consolo, essa coisa selvagem dos livros se sabe o que é: lá escritos, estamos voz em sonho, vastos finitos onde havemos nós pela carne dos olhos todas as cidades visíveis. Quando me contemplas de longe, e averiguas minha dor sob holofotes, meu perfil desenha o masoquismo dos heróis modernos, deletados pela antiplasticidade contemporânea. Azul Prússia profundo, onde choras de gozar perda e matizes que sou os nós dos mártires que se sabem sal, e neste mundo de anestesias, quando perfilas descalça uma a uma minhas vírgulas em epifanias banais.